segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Infeliz Natal

Cara, o Natal me irrita. Não a parte das comidas e dos presentes, mas o fato de ter que sair para comprar os presentes é que são elas. Tentei ser uma mulher cosmopolita e comprar tudo pela internet, mas tem coisas que não dá. Tem que pegar, ver etc.
Quem me conhece sabe que sou muito prática na hora das compras, que não tenho paciência de entrar em todas as lojas, fazer uma pesquisa de preços e depois voltar à que melhores condições oferece. Eu, não! Vou, acho o que gostei, pago e vou pra casa. Fim.
Sábado passado resolvi começar a busca por 'Atlântis'. Sim, porque comprar presentes pra mãe e pro pai é praticamente procurar uma cidade perdida, submersa em algum oceano distante de águas turvas. Se não fosse pelo amor que tenho por esses dois, nem teria saído de casa!
Contrariando minhas próprias leis, decidi a ir a dois shoppings. Andei o Bourbon Pompéia todinho, comprei os presentes dos aniversariantes do mês em exatos 13 minutos e fui em busca dos 'regalos' da família. Juro que olhei todas as lojas, mas não consegui achar nada. Daí parti rumo ao segundo inferno (sim, porque entra no West Plaza num sábado a tarde e você vai entender o que digo). Tava pior do que eu imaginava: criança berrando com medo do Papai Noel, gordas com cabelo besuntado em creme Seda, top de lycra e shortinhos que não serviriam nem na Maysa 'Sílvio Santos', mulheres cheeeias de sacolas te atropelando no corredor, bandos de adolescentes ouvindo funk no celular e tomando casquinha do Mc Donald's... quase desisti!
Respirei fundo, endureci os ombros e fui. Até me deixei perder na promoção de DVDs da Americanas (e me fiz um estrago enorme!). No final da minha paciência, só consegui comprar o da irmã.
Essa experiência valeu como teste para virar Gandhi e me mostrou um caminho para Atlântis. Depois disso, o presente ficou fácil.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Deprê

"Quando eu olho no espelho, estou ficando velho e acabado..."
Acordei com essa música na cabeça, hoje. Credo!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O 'funk' de Jesus tem poder!?

Cara, eu realmente não entendo a minha vizinha. Não que eu queira, mas é que tem coisas que não se podem explicar.
Assim, além de não saber falar, só gritar, de viver numa família totalmente desestruturada e sem respeito nenhum e de ter cachorros irritantes, ela tem um hábito curioso: ela gosta de escutar funk carioca (graças aos céus, agora num volume normal). Até aqui, nada de novo. O problema é que, depois de ouvir funks que deixariam Dercy Gonçalves de cabelo em pé, ela coloca música gospel! Sim, e ainda canta bem alto.
É batata. Escutou funk, depois vem Jesus, Jesus. Será que, com isso, ela acredita que limpa a barra com o 'Menino Super Poderoso'?
Sei que cada um é de um jeito, mas não podia deixar de publicar duas teorias minhas:

1) Ou todo crente é surdo ou tem certeza de que Jesus é.

2) A religião evangélica foi a melhor desculpa que inventaram nos últimos tempos. (eu sou ladrão, mas louvo a Jesus; eu era puta, hoje sou evangélica; bato na mãe, mas louvo a Jesus...)

Na boa, nada contra evangélicos mas, precisa gritar tanto??? Daí eu fiz uma musiquinha chamada A resposta de Jesus: (imagine um coral gospel, com voz feminina)

Eu sou Jesus e vim aqui para falar Que não sou surdo, não precisa gritar Moro no céu, que fica longe pra valer Mas, não precisa se esguelar Porque eu consigo ouvir você

Não adianta falar se você não vai fazer
Veja o que aconteceu com a Bispa Sônia
Não adianta louvar depois bater na mãe, xingar o pai
Assim vocês me matam de vergonha

Vou gravá-la um dia desses...


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Curso pra vagabundo?!

Hoje ouvi uma coisa muito engraçada do meu pai. Ele almoça em casa e, quando estava saindo para voltar ao trabalho, veio com essa frase: "Existe curso pra se tornar um vagabundo?". O que, pai?! "É, acho que vou virar vagabundo. Pergunta pro Google se existe algum lugar que dê curso pra gente ser vagabundo."
Eita, vida triste. Um homem que trabalhou a vida inteira, paga seus impostos honestamente e já devia estar aposentado falando uma coisa dessas. E nêgo reclamando de barriga cheia, invadindo casa, ganhando tudo do Governo...
Bem, como uma filha obediente, fui até o Google e perguntei o que meu pai mandou. Daí descobri uma coisa muito interessante: não existe curso para se tornar vagabundo, mas existe um monte de 'vagabundos' escrevendo besteiras na rede. Vi até um cara que chamou o Bolsa Família de Bolsa Vagabundo! Concordo.
Agora, pai, se quiser virar vagabundo profissional, vai ter que tentar uma vaguinha no Senado, na Câmara ou em qualquer órgão público...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ainda dieta

Puxa, duas vezes em menos de uma hora... calma, estou falando da quantidade de posts de hoje! É que não podia deixar de falar desse blog aqui www.meublogspa.wordpress.com
É da minha amiga e vai me ajudar muito na guerra com a balança. Dá uma olhada lá, mesmo que não precise emagrecer. Vale a pena!

Pára o mundo que eu quero descer

Daí eu resolvi ir até a Galeria do Rock no sábado para comprar novas camisetas de banda porque as minhas já foram pra doação há muito tempo. Achei que ia encontrar o lugar como quando eu costumava frequentá-lo: os skinheads sentados na entrada com a cabeça baixa, os punks nos bares do primeiro andar, os góticos no segundo andar, com medo dos punks, e os rockers por toda parte.
Mas não. O que vi foi um bando de "(n)emos", "hypes" e todas essas baboseiras alternativas, com suas roupas combinando, seus cabelos alisados e seus olhos maquiados com produtos Contém 1g. CADÊ OS ROQUEIROS? Os poucos que vi eram as aberrações do lugar.
Isso pra não falar das lojas que abriram por lá. Tem até loja de Melissa! Roqueiro lá usa Melissa?!?!?!? Pelamor... Daqui a pouco, a Galeria vai ter um leve aroma de tutti-fruti! Pára!!!
As araras das lojas estão cheias de camisetas da Pitty, do NX Zero e até da Avril Lavigne. Procurei uma simples camiseta do The Who e ninguém tinha! Quem dirá as da Joan Jett...
Será que o rock morreu mesmo?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Nada

Este calor infernal faz meu cérebro ficar ainda mais lento. Por isso demorei tanto para voltar a escrever.
Só pra dizer que ando meio sem assunto. Daqui a pouco eu volto.